Vamp filosofia

True Blood Godric queimaAcabo de assistir ao que acredito seja o ápice da segunda temporada da série “True Blood”, o episódio 9, “I Will Rise Up”. Duvido que algum outro momento da série consiga suplantar a beleza das últimas cenas deste episódio, em que um vampiro milenar e sábio renuncia à eternidade.

Não entrarei em detalhes sobre a cena e nem sobre os últimos dois saborosos episódios que contaram com a presença do personagem Godric, um vampiro de 1.800 anos (não quero estragar o prazer de quem acompanha a série). Basta saberem que fiquei tão tocada com a forma como se deu a saída de cena de tão rico personagem que não resisti a compartilhar isso no CINÉLIDE.

“True Blood” é mesmo surpreendente. Quando se pensa que trata mais de sexo, surpreende com um romance denso; enquanto em um núcleo costura uma aventura bem amarrada, no outro equilibra referências super atuais de ódio e incompreensão social. E agora surpreende de novo com um personagem que instiga questionamentos filosóficos sobre co-existência neste mundo louco. Adorei!

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